Ponto de Mutação: Filme
Autor: MANUTENÇÃO PROGRAMADA, JC
Escrito Resumo: Kakamel
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Publicado: março 10, 2007
Ponto de Mutação (Mindwalk, 1992; Drama dirigido por Bernt, da obra de F. Capra) baseada no livro o Ponto de Mutação, do físico Austríaco Fritjof Capra. A película nos transporta a uma visão nova do mundo, um novo paradigma, uma visão científica onde a ciência explica a vida, nas conexões que se interligam o tempo todo, desde sua ínfima parte, até às maiores estruturas do universo.
Na França, no começo da década de 90, a física Sônia Hoffmann (Liv Ullmann), o poeta Tommaso Harrimann (John Heard), e Jack Edwards (o Samuel Waterston) um estadista bem conhecido, que entretanto, perdeu em seguida as eleições para presidente dos Estados Unidos da América. A película foi filmada no castelo medieval de Saint de Monte Michel na França que foi construído à beira-mar bem onde a ascensão da maré impossibilita seu acesso à pé em certo horário (maré alta), fica inacessível. A idéia principal é de que a película foi adaptada em um castelo medieval em razão da necessidade de se estabelecer uma linha do tempo, uma maneira de ver a natureza precedente que evolui até o modelo Cartesiano (Isaac Newton), depois de ser discutido em seguida o modelo mecânico (superado), chegou-se ao modelo da física do intervalo (das partículas), onde a questão está separada em sua ínfima parte, que se chama energia. Eles não trabalham nesta ordem nova, nas leis certas e nas regras estabelecidas em nossa ciência, (teoria da relatividade, formulada por Albert Einstein), começando deste ponto o debate.
Na igreja, (primeira cena) o estadista pergunta por que a igreja é muito grande e alta, se naquele tempo a tecnologia era pouca, se a população era pequena, etc. As respostas do poeta: “conseqüentemente nos sentimos pequenos por causa do poder da igreja“, em outras palavras a igreja é muito maior que a sociedade (na porta o poeta cópia a frase que escrevi aqui: “nenhum santo é sustentado sozinho“). Logo após aparece o espaço vazio em volta da torre do relógio, e lá o poeta descreve o mecanismo da idéia da vida, aqui, ao usar um relógio como metáfora, porque suas partes que trabalham dão a idéia da causa e do efeito. Saúde = a boa operação do relógio. Doença = defeito na máquina. A física (Sônia) reconhece o poeta (Tommaso) mas, não o político (Jack) que entra na discussão, e começa descaracterizar a teoria Cartesiana. Contestado, o poeta que não reconhece tal político influente, diz: a “poesia engana-me somente, políticos enganam a todos“, e diz que não vota. O político diz que tudo bem, porque 50% dos americanos não votam. Ele continua o diálogo, dando atenção ao cenário, a física, segue explicando a linha do pensamento da Física do intervalo (das partículas).
Sônia explica no quarto da tortura do castelo, que o mecanismo da teoria aparece no começo do século XVIII (com Newton-Bacon, começa no princípio do século XVIII). Ela afirma que neste tempo, a idéia geral era que os homens dominaram a natureza. Logo em seguida se fala na Física subatômica (do intervalo), explicando este modelo (modelo das conexões ecológicas, políticas, etc.). Explica que o átomo é divisível, e que este, ao ser despedaçado, é resumido na energia que conecta o vazio porque a natureza essencial das coisas está nas conexões entre a energia. Explica que a luz é dual, porque é uma onda de energia, formada de fótons, que a bomba atômica é um grande e rápido clarão que domina com seu poder, e destrói a humanidade. Na praia, a física e o político começam a falar e compreender um ao outro. A física pede ao político que mude suas idéias, e faça dela uma arma da política em favor da sociedade e não do sistema, o político pede-lhe que o recomende nesta área. O poeta aparece e congratula com os dois porque chegaram a um entendimento, e eles com o poeta por ele compreender a física; eles não se entendia